A vacinação contra Hepatite A no estado do Rio de Janeiro começou nesta segunda-feira (18). A meta é imunizar 220.411 crianças entre 1 ano e 1 ano e 11 meses de idade em todo o estado. A vacina contra a Hepatite A entra este ano para o calendário oficial de imunizações do Ministério da Saúde e estará disponível nos postos de saúde de todos os municípios.
A vacina é administrada por injeção, em dose única. Ela pode ser administrada concomitantemente com qualquer outra vacina do calendário nacional e possui como contraindicação apenas a hipersensibilidade da criança a qualquer componente da fórmula.
Doença — A Hepatite A é uma doença contagiosa causada pelo vírus A (VHA) e é também conhecida como “hepatite infecciosa”. A transmissão dos vírus da hepatite A ocorre pela via fecal-oral, sendo as fezes a via básica de contaminação da água, de alimentos e de tudo que possa ser infectante por via oral. Entre os mais frequentes sintomas estão: cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Quando surgem, costumam aparecer de 15 a 45 dias após a infecção. O diagnóstico da doença é realizado por exame de sangue. Após a confirmação, o profissional de saúde indica o tratamento mais adequado.
'Chega de tristeza. É hora de alegria e coragem', disse a viúva Renata Campos
CAIO BARBOSA/ o dia
Pernambuco - A despedida dos pernambucanos ao ex-governador Eduardo Campos, morto num desastre aéreo na última quarta-feira, em Santos (SP) levou uma multidão às ruas do Recife. Não seria exagero dizer que trouxe Pernambuco para as ruas da capital, tamanha a quantidade de gente que acompanhou o funeral, seja no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, no Cemitério Santo Amaro, ou nas janelas e calçadas por onde o cortejo passou desde a chegada do corpo à cidade, na madrugada deste domingo.
As presenças das principais autoridades do país, como a presidenta Dilma Rousseff e um séquito de ministros, o ex-presidente Lula, o candidato a presidência Aécio Neves, prefeitos e governadores, bem como Marina Silva, que substituirá Eduardo Campos na chapa presidencial, marcaram a cerimônia. Mas o protagonismo ficou mesmo com a multidão, os rostos anônimos da capital e do sertão que deixaram suas casas e, sob sol, chuva e choro, se despediram do seu ex-governador.
Família de Eduardo Campos presente no velório do ex-governador de Pernambuco no Palácio do Campo das Princesas
Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
"Vim do Crato, no Ceará, terra onde nasceu Miguel Arraes, para me despedir do neto dele. É como se eu estivesse falando com o véio. Quem é do povo não esquece o que essa gente fez", contou o lavrador Genésio de Lima, de 63 anos.
Num momento histórico marcado pelo litígio do povo com a classe política, de descrédito nos homens públicos, a multidão que se despediu de Eduardo Campos parecia ensinar às autoridades presentes, muitas vindas em 63 aviões que desembarcaram no aeroporto do Recife. No olhar de todos, um misto de emoção e surpresa com a presença de tanta gente.
Lula e Dilma, assim que chegaram, foram recebidos com vaias, logo abafados por aplausos. A reação dos populares mexeu com os dois, que expressaram nos rostos um pequeno constrangimento, que logo deu lugar à concentração no consolo à família de Eduardo Campos.
A presidenta da República Dilma Rousseff esteve neste domingo no velório de Eduardo Campos
Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
"Chega de tristeza. É hora de alegria e coragem", disse a viúva Renata Campos, dando um tom quase mítico ao funeral.
Viúva mostra força política e carisma na despedida
Figura central no funeral de Eduardo Campos, a viúva Renata Campos chamou a atenção de todos pela força na despedida ao marido, morto tragicamente. Mãe de cinco filhos, entre eles um bebê de seis meses, a quem volta e meia pegava no colo, ela deu a mesma atenção, fosse a presidenta da República, Dilma Rousseff, ou a qualquer um dos milhares de populares que foram dar adeus ao ex-governador de Pernambuco.
Cotadíssima para substituir o marido na corrida presidencial, como candidata a vice-presidente na chapa encabeçada agora por Marina Silva, então vice de Eduardo Campos, Renata vai deixar para segunda-feira o início das tratativas. Para os mais próximos, a tendência é que ela recuse o convite para cuidar dos filhos. O desafio de manter o legado do marido e o comando do PSB, no entanto, pode fazer com que ela mergulhe de cabeça na campanha ao lado de Marina Silva.
Multidão vai às ruas do Recife para a despedida do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos
Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
O presidente do PSB, Roberto Amaral, que assumiu o posto após a morte de Eduardo Campos, garantiu que o anúncio oficial da nova chapa será feito apenas na quarta-feira à tarde, em Brasília, após a reunião da executiva nacional do partido e da Missa de Sétimo Dia que será celebrada na capital.
Apesar de garantir que a decisão tomada coletivamente, ninguém acredita que o partido negará a legenda à Renata caso ela decida concorrer. A decisão, portanto, será dela. O único empecilho pode ser o cargo que ele ocupa no Tribunal de Contas do Estado, onde é funcionária concursada. Para concorrer, ela precisa estar licenciada, mas até este sábado ninguém sabia afirmar com precisão se a viúva estaria ou não impedida de disputar a eleição.
Comercializar animais por meio de páginas na internet poderá ser uma prática proibida no Brasil caso a proposta do deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP) seja aprovada.
Caso vire crime, a situação seria penalizada com prisão de um a três meses, além de aplicação de multa.
“Pela rede de computadores, não se pode ter ideia nenhuma das condições de cativeiro em que se encontram os animais, uma vez que o comprador teria apenas fotos e vídeos disponíveis que podem ser facilmente adulterados”, justifica o parlamentar, que desejava proibir todos os tipos de venda de animais.
A íntegra do projeto de lei 7853/2014 – apresentado em 5 de agosto – está disponível nosite da Câmara Federal.
NOVO COMANDANTE DA PM VIRÁ
AO PLENÁRIO FALAR DA CRIMINALIDADE
A
questão da segurança pública continua a frequentar a pauta da Câmara. Na sessão
ordinária desta quarta-feira (13), o vereador Rafael Diniz encaminhou requerimento verbal para que o novo
comandante do 8° Batalhão de Polícia Militar (8° BPM Campos), tenente coronel
Ramiro de Oliveira Campos, seja convidado para falar sobre o aumento da
violência na região no plenário do Legislativo.
Diniz
disse que esteve com o comandante da PM numa solenidade na Associação Comercial
e Industrial de Campos quando o próprio oficial sugeriu um estreitamento das
relações entre a instituição e a Câmara, “que será de extrema importância
porque o vereador é o político mais próximo da população”, segundo assinalou o
próprio oficial.
A
solicitação de Rafael foi logo reforçada pela afirmação do presidente da Casa,
vereador Edson Batista.
“Vamos buscar uma data, se possível, na próxima semana, para realizarmos este
encontro”, disse.
Batista
ressaltou a importância da presença do comandante na Câmara. “Ficamos
satisfeitos com a disposição do novo comandante de vir a esta Casa para
debatermos um assunto da maior importância. Até porque temos estatísticas que
comparam o começo deste ano com 2013 e os crimes contra a vida, entre outros
delitos, tiveram um aumento considerável em nossa região. Vamos receber o
comandante para aprofundar a discussão sobre segurança em nosso município”,
disse.
O
tema da segurança pública foi debatido no início da semana, durante reunião do Parlamento
Regional, em Macaé, quando os dados foram mostrados por Edson Batista, segundo
informações do próprio Instituto de Segurança Pública.
“Os
indicadores são muito ruins e preocupantes. Em Campos, houve um aumento
aproximado de 40% de homicídios entre janeiro e junho de 2014, comparando com o
mesmo período do ano passado. Em Macaé, esse percentual foi maior, em torno de
50%. É urgente não apenas debatermos esses problemas, mas encaminharmos
propostas para a implementação de políticas públicas para a redução desses
números, que são assustadores”, concluiu Edson Batista.
A
partir de um projeto de lei aprovado este ano pela Câmara de Vereadores e
sancionado pela prefeita Rosinha Garotinho, Campos tem o Dia Municipal da
Família. De autoria da vereadora Auxiliadora
Freitas, o projeto instituiu o dia 14 de agosto para a celebração da
data.
Nesta
quinta-feira (14), a partir das 18h, nas escadarias da Câmara, católicos e
evangélicos estarão reunidos com esse propósito. O evento terá como
tema “Família: Eu creio!” Dois casais, um de pastores, outro católico,
irão testemunhar sobre o matrimônio.
Segundo
Auxiliadora, a família, como centro de formação e desenvolvimento das pessoas
em nossa sociedade, merece total atenção do Estado. “A família contribui para a
formação de cidadãos éticos e conscientes e merece acolhimento e promoção de
seus valores sociais e morais”.
O
bispo diocesano de Campos, Dom Roberto Ferreria Paz, disse que a principal
característica do evento será a presença do Espírito Santo que une os cristãos
de várias denominações e de várias igrejas na busca da unidade.
“As
expectativas são as melhores, pois vamos unir todas as forças eclesiásticas e
poder público em prol de uma causa nobre que é a família”.
Presidente
da Associação dos Evangélicos de Campos (AEC), apóstolo Renan Siqueira Tavares,
afirmou que o objetivo do evento será mostrar o valor da família como
instrumento para a construção de uma sociedade melhor. “Se a família vai bem, a
sociedade vai bem”, afirmou
A partir de um projeto de lei aprovado este ano pela Câmara de Vereadores e sancionado pela prefeita Rosinha Garotinho, Campos tem o Dia Municipal da Família. De autoria da vereadora Auxiliadora Freitas, o projeto instituiu o dia 14 de agosto para a celebração da data.
Nesta quinta-feira (14), a partir das 18h, nas escadarias da Câmara, católicos e evangélicos estarão reunidos com esse propósito. O evento terá como tema “Família: Eu creio!” Dois casais, um de pastores, outro católico, irão testemunhar sobre o matrimônio.
Segundo Auxiliadora, a família, como centro de formação e desenvolvimento das pessoas em nossa sociedade, merece total atenção do Estado. “A família contribui para a formação de cidadãos éticos e conscientes e merece acolhimento e promoção de seus valores sociais e morais”.
O bispo diocesano de Campos, Dom Roberto Ferreria Paz, disse que a principal característica do evento será a presença do Espírito Santo que une os cristãos de várias denominações e de várias igrejas na busca da unidade.
“As expectativas são as melhores, pois vamos unir todas as forças eclesiásticas e poder público em prol de uma causa nobre que é a família”.
Presidente da Associação dos Evangélicos de Campos (AEC), apóstolo Renan Siqueira Tavares, afirmou que o objetivo do evento será mostrar o valor da família como instrumento para a construção de uma sociedade melhor. “Se a família vai bem, a sociedade vai bem”, afirmou.
A prática da advocacia por alguém sem habilitação pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) poderá resultar em detenção, de acordo com a proposta do deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que diz seguir sugestão da própria Ordem.
O parlamentar justifica a proposição. “A OAB tem enfrentado inúmeras situações de cidadãos queixando-se de terem sido vítimas de bacharéis em direito que, passando-se por advogados, lhes prestaram serviços jurídicos de assessoria e consultoria, cobrando honorários”, comenta, salientando outro ponto: “grande preocupação tem sido despertada, no âmbito da Justiça, acerca da crescente atuação de advogados estrangeiros no Brasil, extrapolando a sua limitada autorização para somente para prestar assessoria sobre a legislação de seu país de origem”.
A pena seria de seis meses a dois anos de prisão, com possibilidade de aplicação de multa. Há ainda a possibilidade que ela aumente em 50% caso haja ganho financeiro com a causa.
“A atuação de pessoas despreparadas como se advogados habilitados fossem, impacta diretamente na confiança no Judiciário uma vez que o advogado, como salientado na Constituição da República, é indispensável à administração da Justiça”, conclui Sá.