quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Bolsonaro anuncia saída do PSL e criação da Aliança pelo Brasil

Presidente recebeu, no Palácio do Planalto, a vice-líder do governo

 no Congresso Nacional, deputada Bia Kicis

Presidente da República, Jair Bolsonaro. (Foto: Isac Nóbrega/PR)


O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta terça-feira (12) a saída do PSL, partido pelo qual foi eleito, e a criação de outra legenda, a Aliança pelo Brasil.
Nesta tarde, o presidente recebeu, no Palácio do Planalto, a vice-líder do governo no Congresso Nacional, deputada Bia Kicis (PSL-DF), e outros parlamentares do partido.
“Hoje anunciei minha saída do PSL e início da criação de um novo partido: ‘Aliança pelo Brasil’. – Agradeço a todos que colaboraram comigo no PSL e que foram parceiros nas eleições de 2018”, diz o tuíte do presidente.
Fonte: Agência Brasil

Estado vai pagar salário de outubro dos servidores nesta quinta-feira

Valor líquido da folha de outubro é de R$ 1,8 bilhão, de acordo com 

a assessoria do governo



Governador Wilson Witzel (Foto: Agência Brasil)











O Governo do Estado vai pagar o salário de outubro dos mais de 460 mil servidores, aposentados e pensionistas nesta quinta-feira (14). Diferente do mês passado, desta vez o pagamento cairá conforme a previsão do atual calendário oficial, que é até o 10º dia útil do mês.
O governador Wilson Witzel confirmou a data na noite desta terça-feira, durante a solenidade de assinatura da nova alíquota que reduz o ICMS do combustível para a aviação.
Os pagamentos serão efetuados ao longo do dia, mesmo após o término do expediente bancário. O valor líquido da folha de outubro é de R$ 1,8 bilhão, de acordo com a assessoria do governo.
Calendário dos próximos pagamentos
De acordo com as informações já divulgadas por Witzel, o 13º salário do estado será pago integralmente no dia 2 de dezembro. Já o pagamento de novembro ainda não tem dia certo para cair, então segue a previsão de ser pago até o 10º dia útil. E o salário de dezembro, segundo o governador, será pago no dia 6 de janeiro.
Fonte: Extra Online

Mamógrafo Móvel realiza mais de 800 exames em três semanas



Desde quarta-feira (5), o caminhão está estacionado em frente à Unidade Pré-Hospitalar (UPH) de Travessão, com atendimento de 8h às 20h. A previsão é que fique no distrito até o início da próxima semana.

Em cerca de três semanas, o mamógrafo móvel da Prefeitura de Campos já realizou mais de 800 exames na Região Norte do município. O aparelho já passou por Santa Maria e Morro do Coco, atendendo a demandas dos distritos e de localidades próximas. Desde quarta-feira (5), o caminhão está estacionado em frente à Unidade Pré-Hospitalar (UPH) de Travessão, com atendimento de 8h às 20h. A previsão é que fique no distrito até o início da próxima semana. 

— O resultado das primeiras semanas de atendimento tem sido bastante positivo. Tínhamos uma demanda alta de exames, que está sendo reduzida. O mamógrafo móvel tem tecnologia de última geração e também contamos com profissionais qualificados para o atendimento. Juntamente com o prefeito Rafael Diniz, temos o compromisso de reforçar a estrutura da saúde em todo o município — disse Abdu Neme, secretário de Saúde e presidente da Fundação Municipal de Saúde. 

O agendamento segue sendo feito para zerar a demanda existente em Campos. O mamógrafo móvel está atendendo moradoras de Travessão e de localidades próximas, como Guandu, Conselheiro Josino, Murundu, Campelo, Ribeiro do Amaro e Palmares. "É muito importante ter um exame desse tipo perto de casa. As pessoas devem valorizar essa iniciativa, pois nunca tivemos essa possibilidade", disse a dona de casa Célia Abreu, de 65 anos.  

Novo programa - Em outubro, o prefeito Rafael Diniz e o secretário Abdu Nem lançaram o Programa Saúde Distrital na UBS de Morro do Coco. A Região Norte foi a primeira a ser contemplada com a iniciativa, que vai descentralizar o atendimento da rede de saúde para todas as áreas do município. O Saúde Distrital vai chegar a mais cinco áreas: Leste, Oeste, Centro, Sul e Baixada. Entre serviços oferecidos estão fisioterapia, odontologia, enfermagem e médicos especialistas.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Governo vai cobrar contribuição financeira para quem receber seguro desemprego



 Governo vai cobrar contribuição previdenciária de quem receber seguro-desemprego.

O governo vai cobrar contribuição previdenciária de quem receber seguro-desemprego. Essa informação foi confirmada ontem pelo secretário de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

O secretário informou que essa contribuição vai variar de 7,5% a 11%, e que a medida vai permitir ao beneficiário contar o tempo de recebimento do seguro-desemprego para a aposentadoria. A contribuição previdenciária consta de uma medida provisória assinada ontem pelo presidente Jair Bolsonaro, no entanto, só começará a valer em 90 dias. 

Esse é o período exigido por lei para entrar em vigor qualquer alteração na arrecadação de impostos. A MP envolve o programa de incentivo à geração de emprego para jovens e terá força de lei assim que publicada no "Diário Oficial da União". Para se tornar uma lei em definitivo precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias.

A cobrança previdenciária de quem recebe seguro-desemprego pode render ao governo entre R$ 11 bilhões e R$ 12 bilhões. O secretário informou ainda que o programa Verde Amarelo causará impacto de R$ 10 bilhões aos cofres públicos em cinco anos. Isso porque o programa prevê a redução de 30% a 34% dos custos do empregador. Sendo assim, a empresa que aderir às regras do programa não precisará pagar contribuição previdenciária, do Sistema S e salário-educação. Além disso, a contribuição ao FGTS passará de 8% para 2%, no entanto, essa perda de arrecadação deve ser compensada com a mudança no seguro-desemprego.

Comentários

Fonte: Momento Verdadeiro



Witzel autoriza concurso para a Polícia Civil


O governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, autorizou, nesta segunda-feira (11), a realização de novo concurso para a Polícia Civil. Ao todo, serão abertas 864 vagas, para diversos cargos da corporação. O anúncio foi feito na tarde desta segunda, nas redes sociais do governador.
De acordo com a publicação, serão 597 vagas para inspetor de polícia, 118 para investigador de polícia, 54 para perito legista, 47 para delegado de polícia, 20 para perito criminal, 16 para técnico policial de necropsia e 12 para auxiliar de necropsia. 

Bolsonaro assina medida provisória que extingue o Dpvat

Segundo governo, medida tem por objetivo evitar fraudes e amenizar custos de supervisão e de regulação do seguro

O presidente eleito Jair Bolsonaro durante visita ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).


O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda-feira (11) medida provisória (MP) extinguindo, a partir de 1º de janeiro de 2020, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, o chamado Dpvat. De acordo com o governo, a medida tem por objetivo evitar fraudes e amenizar os custos de supervisão e de regulação do seguro por parte do setor público, atendendo a uma recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU).
Pela proposta, os acidentes ocorridos até 31 de dezembro de 2019 continuam cobertos pelo DPVAT. A atual gestora do seguro, a Seguradora Líder, permanecerá até 31 de dezembro de 2025 como responsável pelos procedimentos de cobertura dos sinistros ocorridos até a da de 31 de dezembro deste ano.
“O valor total contabilizado no Consórcio do Dpvat é de cerca de R$ 8,9 bilhões, sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas do Dpvat até 31/12/2025, quanto aos acidentes ocorridos até 31/12/2019, é de aproximadamente R$ 4.2 bilhões”, informou o Ministério da Economia.
De acordo coma pasta, o valor restante, cerca de R$ 4.7 bilhões, será destinado, em um primeiro momento, à Conta Única do Tesouro Nacional, em três parcelas anuais de R$ 1.2 bilhões, em 2020, 2021 e 2022.
“A medida provisória não desampara os cidadãos no caso de acidentes, já que, quanto às despesas médicas, há atendimento gratuito e universal na rede pública, por meio do SUS [Sistema Único de Saúde]. Para os segurados do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social], também há a cobertura do auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte”, acrescentou o ministério.
A MP extingue também o Seguro de Danos Pessoais Causados por Embarcações, ou por sua carga, a pessoas transportadas ou não (DPEM). Segundo o ministério, esse seguro está sem seguradora que o oferte e inoperante desde 2016.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Governo propõe mudar pacto federativo, liberando R$ 400 bi aos estados e municípios em 15 anos


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Proposta envolve mudanças na distribuição dos recursos do pré-sal; e a criação do Conselho Fiscal da República, entre outros.

Bolsonaro entrega ao Congresso pacote de medidas na área econômica
O governo federal divulgou nesta quarta-feira (30) sua proposta de mudança no chamado "pacto federativo" – o conjunto de regras constitucionais que determina a arrecadação de recursos e os campos de atuação de União, estados e municípios e suas obrigações para com os contribuintes.
Mais cedo, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi entregue pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso. O documento foi recebido pelo presidente do Senado e do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Acompanharam Bolsonaro o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o da Economia, Paulo Guedes.
Por se tratar de PEC, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos de votação no Senado e outros dois turnos na Câmara, antes de ser promulgada e entrar em vigor.
Chamada de "PEC do pacto" pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, a proposta é considerado pela área econômica como o principal eixo do pretendido processo de transformação da economia brasileira nos próximos anos.

O QUE PREVÊ A PEC DO PACTO FEDERATIVO

·         Cria o Conselho Fiscal da República que se reunirá a cada três meses para avaliar a situação fiscal da União, estados e municípios. O conselho será formado pelos presidente da República, Câmara, Senado, Supremo Tribunal Federal (STF), Tribunal de Contas da União (TCU), governadores e prefeitos;
·         Extingue o Plano Plurianual (PPA);
·         Leis e decisões judiciais que criam despesas só terão eficácia quando houver previsão no orçamento;
·         Os benefícios tributários serão reavaliados a cada 4 anos. No âmbito federal eles não poderão ultrapassar 2% do PIB a partir de 2026;
·         A partir de 2026, a União só será fiadora (concederá garantias) a empréstimos de estados e municípios com organismos internacionais, e não mais com bancos;
·         Prevê a transferência de royalties e participações especiais a todos estados e municípios;
·         União fica proibida de socorrer com crédito entes com dificuldades fiscal-financeiras a partir de 2026;
·         Estados e municípios passarão a receber toda a arrecadação de salário-educação e a definir o uso dos recursos;
·         Permite que o gestor administre conjuntamente os gastos mínimos em educação e saúde, podendo compensar um gasto de uma área na outra.
·         Cria o Estado de Emergência Fiscal que vai desindexar despesas obrigatórias e cria mecanismos automáticos de redução de gastos.
Uma das principais medidas é a alteração no processo de distribuição dos recursos do pré-sal, o que resultará na distribuição, aos estados e municípios, de R$ 400 bilhões a mais em 15 anos.
De acordo com o governo, o repasse nos próximo anos de recursos do pré-sal aos entes deve encerrar a disputa judicial sobre a Lei Kandir entre os estados e a União. Estados cobram do governo compensação por perdas nos últimos anos com essa legislação que desonerou as exportações.
Ao fortalecer estados e o Distrito Federal, a União informou que não precisará mais dar crédito para que os entes paguem precatórios (dívidas judiciais). Informou, ainda, que os estados e municípios passam a receber toda a arrecadação do salário-educação e a definir o uso dos recursos.
A proposta inicial do governo contemplava a liberação de R$ 500 bilhões aos estados e municípios nesse período de 15 anos, mas o valor acabou caindo após a "desidratação" da reforma da Previdência no Senado Federal. O Ministério da Economia já havia informado que faria essa compensação.

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Apesar de destinar mais recursos aos entes federativos nos próximos anos, a proposta da área econômica é de que sejam vedados gastos adicionais dos estados e municípios em pessoal e custeio – de modo que as transferências adicionais feitas pelo governo sejam utilizadas para investimentos e redução de dívidas.
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Desindexação de recursos

Além da chamada "descentralização" de recursos, o pacto federativo também propõe a "desindexação" da economia – que, na medida do possível, as despesas deixem de crescer, de acordo com indexadores – e a "desvinculação". A proposta ficou conhecida como "DDD".
"As despesas obrigatórias serão desindexadas em casos de emergência fiscal. Estão garantidos os reajustes dos benefícios previdenciários e do BPC [Benefício de Prestação Continuada, de um salário mínimo, para idosos e pessoas com deficiência] pela inflação", informou o governo.
A emergência fiscal, segundo o governo, ficará caracterizada quando o Congresso Nacional autorizar o desenquadramento da Regra de Ouro no caso da União, e, nos estados, quando a despesa corrente ultrapassar 95% da receita corrente.
Conselho Fiscal da República

A área econômica do governo também está propondo a criação do Conselho Fiscal da República, que vai reunir integrantes da área econômica, do Congresso Nacional, do Judiciário e dos estados. O presidente Jair Bolsonaro também poderá participar dos encontros.
A proposta é que o conselho analise a cada três meses a destinação dos recursos públicos. O conselho está sendo apelidado de "Copom das contas públicas" – o Copom é o órgão do Banco Central que define os juros básicos da economia, com base nas metas de inflação. O Conselho Fiscal da República acompanhará a execução dos gastos públicos e o cumprimento das regras fiscais.
Pela proposta, compete ao Conselho Fiscal da República:
·         salvaguardar a sustentabilidade de longo prazo dos orçamentos públicos;
·         monitorar regularmente os orçamentos federais, estaduais e distrital, inclusive quanto à respectiva execução;
·         verificar o cumprimento das exigências constitucionais e legais referentes à disciplina orçamentária e fiscal;
·         expedir recomendações, fixar diretrizes e difundir boas práticas para o Setor Público; e
·         comunicar aos órgãos competentes eventuais irregularidades detectadas.
A "PEC do pacto" é uma das três propostas de emenda à Constituição enviadas ao Congresso nesta terça-feira pelo governo.

AS TRÊS PECs ENVIADAS AO CONGRESSO
·         PEC do pacto federativo: dá mais recursos e autonomia financeira para estados e municípios.
·         PEC Emergencial: cria mecanismos emergenciais de controle de despesas públicas para União, estados e municípios.
·         PEC dos Fundos Públicos: extingue a maior parte dos 281 fundos públicos e permite o uso de recursos para pagamento da dívida pública.


   G1