Evento será realizado de 10 e 26 de novembro; evento tem inscrições limitadas a 40 estabelecimentos. Pratos serão comercializados a R$ 29.
Começam nesta segunda-feira (11) as inscrições para o 3º Festival Gastronômico de Campos. O prazo segue até o dia 29, e poderão ser inscritos bares, restaurantes e bistrôs da região da Pelinca e áreas próximas. A promoção é do Diretoria de Turismo, vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE). O evento vai acontecer entre os dias 10 e 26 de novembro.
Os interessados devem retirar a ficha de inscrição no Portal da Prefeitura que deverá ser entregue, devidamente preenchida, em horário comercial, na Diretoria de Turismo, na Rua Salvador Corrêa, 21, Centro, junto com 5kg de alimentos não perecíveis, que serão doados a instituições de assistência a carentes.
As inscrições serão limitadas ao número de 40 estabelecimentos. Os pratos comercializados durante o 3º Festival Gastronômico de Campos terão preço único de R$ 29.
Público-alvo são crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade. Campanha segue até o dia 22 e terá o Dia D, no próximo sábado (16).
Começa nesta segunda-feira (11) e se estende até o dia 22 a Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização da Caderneta da Criança e do Adolescente. Em Campos, a secretaria municipal de Saúde disponibiliza 55 salas de vacinação. O Dia D da Campanha em todo o país vai acontecer no próximo sábado (16).
Segundo a diretora da Vigilância em Saúde, Andréya Moreira, o público-alvo são crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (14 anos 11 meses e 29 dias).
— Nos dias de campanha o atendimento nas salas de vacinação vai acontecer de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. No Dia D, estaremos aplicando as doses também no Jardim São, no mesmo horário. Para imunização é imprescindível que os pais ou responsáveis levem a caderneta de vacinação — explica a diretora da Vigilância.
A equipe da Vigilância em Saúde vai aproveitar a campanha da Multivacinação para imunizar toda população contra a febre amarela, exceto os casos que entram no grupo de restrições.
A multivacinação é uma estratégia que a Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI) vem adotando desde 2012 com a finalidade de atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Nesta oportunidade são oferecidas as vacinas da rotina para melhorar a cobertura vacinal.
O objetivo geral da campanha é resgatar não vacinados ou completar esquemas de vacinação, visando atualizar a caderneta do público-alvo, de acordo com o calendário nacional de vacinação.
Na sexta-feira, 8
de setembro, seguinte ao feriado de 7 de Setembro, Independência do Brasil,
será ponto facultativo nas repartições públicas municipais de Campos. A decisão
do prefeito Rafael Diniz foi publicada na edição desta segunda-feira (4) do
Diário Oficial do Município sob o Decreto 175/2017.
O decreto prevê
ainda o funcionamento, sem prejuízo, dos serviços essenciais, como:
atendimentos médicos, plantões médico-hospitalares e Unidades Básicas de Saúde
(UBS).
A Câmara Municipal de Campos realiza no próximo dia 13 (quarta-feira),
às 15 horas, Audiência Pública para discutir o Código Tributário do Município
de Campos. Para se inscrever, explica o presidente do Legislativo, Marcão
Gomes, as entidades terão que apresentar os seguintes documentos: Carteira de
Identificação, CPF, cópia da Ata de Eleição da atual diretoria na Assessoria do
Plenário e Comissões da Câmara das 9 às 15 horas. Caso o presidente não possa
comparecer dia da inscrição e da Audiência, enviar ofício com identidade e CPF da
pessoa a ser autorizada.
O vereador Cláudio
Andrade (PSDC), será o relator do CTM (Código Tributário Municipal).
Na manhã desta
terça-feira, (05), acompanhado do Presidente da Câmara, Marcão Gomes e o líder do governo
Fred Machado, Cláudio Andrade, a convite da Firjan, discursou para os
representantes de classe presentes e alertou para a necessidade de um debate
firme e cristalino entre as classes produtivas e a CCJ.
Segundo os
vereadores, o tema é relevante, extremamente técnico e precisa de um apurado
estudo para que todos possam reunir esforços e serem contemplados dentro do
possível.
"Devemos
lembrar que uma maior taxação aos comerciantes e demais classes produtivas
recai no empregado que, por ventura desempregado, baterá, fatalmente, na porta
do Poder Púbico", disse Cláudio Andrade. Por Márcia Lemos
A atriz,
transformista e artista brasileira morreu em decorrência de uma infecção
generalizada
s...
Foto: A Língua
Cantora, atriz,
vedete, maquiadora, jurada, modelo. De todas as profissões que exerceu em 74
anos de uma vida que chegou ao fim na noite dessa segunda-feira (4) no Rio de
Janeiro, Rogéria preferia mesmo era ser chamada de artista.
Rogéria estava
internada em um hospital na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. No
início de julho, Rogéria foi internada na UTI da clínica Pinheiro Machado,
em Laranjeiras, com uma infecção urinária. Após sofrer uma crise convulsão, seu
estado de saúde piorou e continuou internada por duas semanas, respirando com a
ajuda de aparelhos.
Rogéria voltou
algumas vezes ao hospital, ao qual seu empresário, Alexandro Haddad, afirmou
que estava dando continuidade às sessões de fisioterapia.
Carreira
Nascida
em Cantagalo (a 200 km do Rio de Janeiro) em 1943, Rogéria cresceu na capital
do Brasil, onde teve contato com as artes desde criança. Inspirada pelas
vedetes de revistas, entrou no teatro. Começou a carreira na coxia, maquiando.
Até que, incentivada por Fernanda Montenegro, Astolfo Barroso Pinto virava
Rogéria, uma dama fluente em francês e em piadas rápidas, que fizeram Grande
Otelo chamá-la de “Uma arma do humor”.
Rogéria
usava o epíteto “A Travesti da Família Brasileira” para falar de si mesma, muitas
vezes na terceira pessoa. Um título que conquistou com centenas de aparições no
horário nobre. Esteve em “Viva a Noite”, “Tieta”, “A Grande Família”, “Sai de
Baixo”, “Malhação”, e invadiu casas pelo país com seu gênero que embaralhava
definições e mentes –ela se identificava como transformista, mas concedia
liberdade poética: “Pode chamar de bicha mesmo”.
Foi
também jurada das mais tarimbadas. Frequentou sets de Chacrinha a Luciano Huck.
Participou de filmes como o “O Homem que Comprou o Mundo” (1968), “Gugu, o Bom
de Cama” (1979), “Copacabana” (2001) e recentemente “Divinas Divas”,
documentário de Leandra Leal sobre uma geração de transexuais e travestis que,
durante a alvorada da Ditadura Militar, transformariam o entretenimento
nacional com um novo gênero de teatro, em que transexuais, transformistas e
travestis se apresentavam para um público médio que nunca tinha tido contato
com elas.
Acidente ocorreu quando ela tentava tirar uma foto com a família e caiu de uma altura de aproximadamente 130 metros
04/09/2017 14h59 | Foto: Divulgação
Uma mulher de 36 anos morreu ao cair de uma cachoeira enquanto
tentava tirar uma foto com a família na tarde de domingo (3), no Distrito de
Córrego do Ouro, em Macaé. Patrícia Camelo morava em Macaé e fazia a trilha da
Cachoeira da Fortuna. Ela se desequilibrou ao tentar tirar uma selfie e caiu de
uma altura de aproximadamente 130 metros. Patrícia foi resgatada, já sem vida,
por policiais militares e com a ajuda de trilheiros em carros aranhas. O corpo
foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Macaé.
A Cachoeira da Fortuna fica em Córrego do Ouro, nos limites da Fazenda
Atalaia, e é uma das cachoeiras de Macaé que não é muito visitada,
principalmente pelo fato de que para chegar nela, é necessário fazer uma
caminhada de cerca de 8 km, em estradas de terra batida e trilhas na mata,
cruzando alguns riachos, e passando pela Cachoeira do Salto, que fica na metade
do caminho para a Fortuna.
A pauta é o RioAgro Cana. O evento será realizado no próximo dia 21 de setembro, pelo Sindicato das Indústrias Sucroenergéticas do Estado do Rio (Siserj). O foco será no acesso à tecnologia, inovação, análise de mercado e crédito, com a integração de usinas, produtores, universidades e poder público. No município de Campos, o setor — um dos mais tradicionais — ainda representa fatia importante na economia local com geração de renda e empregos. No Estado do Rio, o Agronegócio responde por aproximadamente 4% do PIB geral do Brasil, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O PIB Agro do Rio acaba sendo responsável por 3,4% da economia do Estado, gerando volume de R$ 12,2 bilhões com a soma de riquezas por segmento, ainda revela o Cepea.
O RioAgro Cana, que vai ser realizado na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), é a resposta do setor para o desafio da retomada e a expansão da produção em curto prazo, pontua o presidente do Siserj, Frederico Paes, que comanda a Usina Coagro/Sapucaia. “O encontro une usinas e produtores em um caminho de tecnologia e inovação, análise de mercado e de crédito, integrando a UFRRJ, a Uenf, o governo do estado e o município, com a prefeitura e a Câmara de Vereadores”, pontua Frederico Paes, acrescentando que o encontro tem a organização das empresas Fatore e Smartt Midia, com apoio da Folha da Manhã e da InterTV Planície.
Frederico Paes destaca que o evento irá trazer novos equipamentos e práticas para o produtor de cana. “Traremos pela primeira vez ao Estado do Rio uma moderna máquina colheitadeira de cana, desenvolvida por uma universidade alemã, mas com consultoria de produtores e entidades de pesquisa do Rio, por um convênio com o programa RioRural do estado. A máquina é baseada na característica das pequenas propriedades do estado, às nossas condições de solo e teve acompanhamento de instituições como a Pesagro-RJ e a UFRRJ”, pontua Frederico Paes, presidente do Siserj.
Segundo ele, é possível superar as limitações que são muitas. “Basta união, tecnologia, inovação e o Sindicato trouxe para si a responsabilidade de organizar esse evento e unir os produtores nesse esforço”, pontua Frederico, lembrando que no RioAgro Cana será exposto uso de drones para sobrevoar e mapear, com coordenadas de GPS, áreas de lavouras de cana e identificar falhas no plantio.
“Essa é uma tecnologia usada em grandes centros e que vamos mostrar ao produtor em Campos, como caminho para ampliar a produtividade e reduzir perdas”, enfatiza Frederico Paes.
Evento será realizado no campus da UFRRJ
O local do evento não poderia ser mais adequado, o campus Dr. Leonel Miranda, da UFRRJ, sede do antigo Planalsucar e do IAA (Instituto do Açúcar e do Álcool). “Campos foi sede neste palco de grandes encontros nacionais e estamos retomando esse caminho dando um primeiro passo importante envolvendo todos os principais atores do setor”, fala Frederico Paes, acrescentando que o RioAgro Cana foi abraçado pela UFRRJ desde o início pelo então diretor Frederico Veiga e o atual coordenador Jair Garcia Felipe Ramalho.
O evento conta com a participação de players importantes do segmento, como o Banco do Brasil, a Associação Fluminense dos Plantadores de Cana, a OCB (Organização das Cooperativas do Brasil).
Apoio — O presidente do Siserj lembrou que o evento conta com apoio da prefeitura de Campos, que inseriu o RioAgro Cana no calendário oficial de eventos do município e da iniciativa privada, como o Convention & Visitors Bureau do Norte Fluminense, que também endossa a realização do encontro no dia 21 de setembro na UFRRJ.
Reestruturar é plano de ação, diz produtor
Para o presidente da Associação Fluminense dos Plantadores de Cana (Asflucan), Tito Inojosa, o RioAgro Cana mostra a capacidade do setor de se organizar e se reestruturar. “O evento visa o crescimento de forma integrada”, destaca o representante de 10 mil produtores rurais da região.
Moagem — Em Campos, a safra de cana-de-açúcar começou em abril, mais cedo que o período normal. As expectativas para esse ano são boas e as usinas esperam produzir cerca de 1 milhão de sacas de açúcar e 20 milhões de litros de etanol.
O setor vem se recuperando lentamente nos últimos anos, depois da forte estiagem no ano de 2014, quando a região viveu a pior seca dos últimos 100 anos. A expectativa para esse ano é de um volume menor de cana, já que não houve plantio em 2016. A queda na produção de cana deve chegar a 15%.
Expectativa — A região que sofreu nos últimos três anos com a falta de chuva. Em 2014 foram apenas 560 milímetros, ano crítico para os produtores de cana. Em 2015 o volume de chuva aumento para 814 milímetros e no ano passado atingiu 900 milímetros. Diante desse volume crescente de chuva, áreas que estavam com cana ruim estão sendo plantadas pelos cooperados. Diante do aumento dessas áreas, para 2017/2018, o setor espera recuperar. No ano passado, as três usinas da região moeram juntas um milhão e 400 toneladas de cana. (D.P.P.) (A.N.)
Usinas estão em período de moagem na região / Antônio Leudo - Folha da Manhã